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Augusto Valentin

Augusto Valentin

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Político será julgado por organizar uma manifestação não autorizada e resistir à ação policial.

 

principal opositor do Kremlin, Alexei Navalny, preso no sábado durante uma manifestação contra o presidente Vladimir Putin, foi libertado neste domingo (6) e será julgado na próxima semana, informou sua advogada.

Navalny e cerca de 1,6 mil opositores foram detidos no sábado durante manifestações anti-Putin não autorizadas em toda a Rússia.

Estas manifestações, realizadas sob o lema "Não é o nosso czar", ocorreram dois dias antes da posse do homem forte do Kremlin para um quarto mandato presidencial.

Navalny não conseguiu participar da eleição presidencial de 18 de março, vencida por Putin com mais de 76% dos votos, por causa de uma condenação judicial que ele denuncia como perseguição política pelo Kremlin.

O opositor, que foi preso no centro de Moscou, anunciou no Twitter que foi libertado na madrugada deste domingo, pouco depois da meia-noite.

 

 "Parece que a ordem é não me ter na prisão antes da posse [de Putin]", escreveu Navalny no Twitter.

Segundo ele, a acusação que o levou para a cadeia foi a de organizar uma manifestação não autorizada e resistir à polícia. Sua advogada Veronika Poliakova indicou à AFP que um tribunal de Moscou examinará seu caso na próxima sexta-feira (11).

Este ano Alexei Navalny já foi preso, processado e libertado por organizar manifestações não autorizadas.

MANHUAÇU (MG) - Quatro pessoas conduzidas à delegacia e quase três quilos de maconha apreendidos no bairro Santa Terezinha, em Manhuaçu, na tarde deste sábado, 05 de maio, após uma denúncia anônima.

“A informação era que dois moradores do bairro Santa Terezinha teriam recebido uma grande quantidade de drogas entregue por indivíduos que estavam em veículo com placa de Carangola”, informou o Subtenente Antônio Marco.

O serviço de inteligência da PM e equipes do turno realizaram rastreamento no local indicado pela denúncia. “O denunciante informou que a droga estava escondida no campinho perto da lavoura no alto do bairro, foi onde localizamos a droga escondida em meio à vegetação coberta por galhos secos e folhas”, explica.

Via 190 uma pessoa informou que os alvos da denúncia estavam transitando pela avenida Tancredo Neves. “Enquanto uma equipe foi ao encontro dos denunciados, outra e o serviço de inteligência da PM realizava o monitoramento do local onde a droga estava escondida, quando duas mulheres se aproximaram, momento em que foram abordadas. Elas disseram que iriam orar”, disse o Subtenente.

As duas mulheres foram conduzidas ao posto de policiamento, na Praça Cordovil Pinto Coelho, onde já estavam os dois suspeitos de serem os proprietários das drogas. “Foi então que ficamos sabendo que uma delas é a mãe de um dos denunciados e já possui passagem por tráfico de drogas”, completa o Militar.

Diante do fato, os quatro suspeitos foram encaminhados à delegacia para serem ouvidos pelo delegado de plantão. “A ocorrência foi passada para a Polícia Civil, que dará prosseguimento às investigações”, finaliza.

O militar destacou ainda a importância da participação da comunidade no trabalho das polícias através de informações e denúncias.

Jailton Pereira

Portal Caparao

ESPERA FELIZ (MG) - Uma mulher morreu atropelada na rodovia de acesso a região do Paraíso, em Espera Feliz, no início da noite de sexta-feira, 04/05.

A mulher foi atropelada pela motocicleta e morreu no local. Equipe do SAMU ainda chegou a ser acionada, mas não teve o que fazer.

O condutor estava com sinais de ter ingerido bebida alcoólica. A equipe da Polícia Militar Rodoviária realizou o teste de etilômetro que apresentou 0,86 mg/l de álcool.

O motociclista recebeu voz de prisão, no entanto, ficou internado no hospital de Carangola com suspeita de fratura. Ele também é inabilitado.

Segundo o registro da Polícia Militar Rodoviária, uma testemunha relatou que o condutor e mais um motociclista participavam de um racha em velocidade quando perdeu o controle e veio a atropelar a vítima que seguia pelo canto da rodovia que não possui acostamento.

A motocicleta foi removida ao pátio credenciado de Espera Feliz. A perícia da Polícia Civil esteve no local.

Redação do Portal Caparaó

Segundo testemunhas que foram ouvidas pelos bombeiros militares, o fogo começou no início da tarde desta quinta-feira, 03/05, na região do bairro Bom Jardim, em Manhuaçu.


Devido os ventos e a temperatura elevada as chamas se alastraram rapidamente pela vegetação se aproximando de uma área de preservação ambiental onde houve o plantio de várias espécies de árvores.


No final da tarde houve o controle das chamas. Foram empenhadas para realizar o combate três viaturas e 7 bombeiros militares com o uso de abafadores.


Bombeiros alertam que neste período do ano surgem muitos incêndios e queimadas, reforçando que a queima sem autorização configura crime ambiental ficando o autor sujeito a sanções administrativas e penais.

 

FONTE: Manhuaçu News

 
 
A Delegacia Virtual da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) completa, na próxima segunda (30), quatro anos de funcionamento, atingindo a marca de 860.000 registros de ocorrências.
 
Destes, 577.326 são de Extravio de Documentos, 228.285 de Acidente de Trânsito Sem Vítima, 46.501 de Extravio de Objetos Pessoais, 5.191 referentes a Dano e 2.204 a Comunicação de Pessoa Desaparecida.
 
O serviço foi inaugurado em 2014 e, desde então, tem diminuído o número de registros presenciais feitos nas delegacias e nos postos de atendimento da Polícia Militar, reduzindo, assim, o tempo de espera para registro das demais ocorrências nas unidades policiais.
 
Segundo o Coordenador de Sistemas da Superintendência de Informações e Inteligência Policial (SIIP), o Delegado Breno Azevedo de Carvalho, a Delegacia Virtual, nestes quatro anos, representa celeridade e comodidade para o cidadão, que pode registrar de casa ou do trabalho as ocorrências no ambiente virtual. “O impacto para o Estado também é altamente positivo, sob o ponto de vista financeiro.
 
Segundo estudos da empresa de Consultoria Ernst & Young, com a iniciativa, o Estado, além de combater a subnotificação de registros, já gerou uma economia de R$ 18 milhões de reais aos cofres públicos”, afirma Carvalho.
 
 
 
 
A Delegacia Virtual é um serviço de solicitação de registro de ocorrências, disponível para computador e celulares, que permite ao cidadão registrar ocorrências de Acidente de Trânsito Sem Vítima, Desaparecimento e Localização de Pessoas Desaparecidas, Danos Simples, e Perda de Documentos e Objetos Pessoais, para fatos ocorridos em Minas Gerais, no prazo de até 30 dias. 
 
A farmacêutica Larissa Gama, de 32 anos, precisou usar a Delegacia Virtual quando bateu o carro e considera o serviço cômodo e rápido. “Como a colisão entre os carros ocorreu à noite, foi essencial ter este serviço, que possibilitou que eu fizesse o registro no dia seguinte. O registro era necessário para dar andamento na seguradora. Foi rápido e simples de preencher os dados pelo site”, elogia.
 
O executivo de contas de telecomunicação, Diego Santiago Melo, de 29 anos, perdeu os documentos e utilizou a Delegacia Virtual para registrar a ocorrência. “Essa funcionalidade é muito prática, e ficou evidente a economia de tempo e esforços dos civis que são vítimas de qualquer ocorrência. E, claro, isso se reflete também nas instituições que antes eram responsáveis por fazer esse serviço via atendimento presencial”, afirma.
 
 
Entenda como funciona a Delegacia Virtual
 
Com acesso por meio do endereço delegaciavirtual.sids.mg.gov.br, a Delegacia Virtual tem links de atalho também nos sites da Polícia Civil de Minas Gerais e do Detran/MG.
 
O registro de ocorrências na Delegacia Virtual é feito por meio do preenchimento de formulários que são apresentados, gradativamente, na tela. Após o envio dos dados ao sistema, a ocorrência passará por uma triagem. Em até 15 minutos será emitida uma mensagem, informando o número do Reds (Registro de evento de defesa social, antigo boletim de ocorrência), bem como a forma de acessá-lo no site do Sistema Integrado de Defesa Social (Sids), para imprimi-lo.
 
O documento poderá ser usado para fins de acionamento da seguradora, comprovação de extravio de documentos e outros fins. Uma equipe de policiais e analistas trabalha em esquema de plantão, na sede da SIIP, atuando 24 horas na triagem dos registros recebidos.

Por Jacqueline Dutra de Carvalho em 04/05/18

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) anunciou nessa quarta-feira (2) ter prendido o homem acusado de matar um delegado e de sequestrar o gerente de um banco na Bahia, além de roubar outras instituições financeiras.

O suspeito, Guilherme Silva Fraga, de 27 anos, foi localizado em Montes Claros, na região Norte de Minas, na semana passada em operação conjunta com a polícia baiana.

Com ele, foram apreendidos dois aparelhos de celulares cadastrados no nome do presidente Michel Temer.

O suspeito não contou como obteve esses dados, mas a polícia acredita que tenham sido usados com a intenção de dificultar a obtenção de escuta dos aparelhos.

“Talvez achassem que assim o juiz não autorizasse a interceptação dos celulares”, explicou o delegado Herivelton Ruas Santana, de Montes Claros. De acordo com a polícia, o uso dos dados não ocasiona prejuízos diretos a Temer.

O suspeito foi pego no bairro Sagrada Família, em Montes Claros, e a prisão não foi divulgada de imediato para não atrapalhar o monitoramento a outros integrantes da quadrilha.

Policiais acreditam que Fraga participou do sequestro de um gerente do Banco do Brasil em Barra da Estiva (BA) e do assassinato do delegado da cidade, Marco Antônio Torres, morto em abril enquanto investigava as ações do grupo.

Os criminosos também estariam envolvidos em ataques a carros-fortes e caixas eletrônicos.

O delegado disse que um carro usado nos crimes foi apreendido com o suspeito. Além disso, um de seus comparsas foi preso em São Paulo, enquanto que outro morreu em confronto com a polícia. A localização deles se deu através de grampos telefônicos.

Guilherme Fraga já soma uma extensa ficha policial que inclui sequestros e ataques a bancos.

Na agenda dele estavam anotados o CPF e o nome completo do presidente, Michel Miguel Elias Temer Lulia. Celulares com chips cadastrados em nome de Temer e do prefeito de Feira de Santana (BA), José Ronaldo de Carvalho, também teriam sido usados por outros integrantes da quadrilha.

Conforme o delegado Herivelton Ruas, Guilherme Silva Fraga é natural de Montalvânia (extremo Norte de Minas). Uma curiosidade é que o pai dele é vigilante de uma agência do Banco do Nordeste em sua cidade natal.

Já o delegado Marco Antonio Torres, durante cerca de 20 anos, foi investigador da Polícia Civil em Governador Valadares (Leste de Minas). Ele trabalhava como delegado no interior da Bahia havia 10 anos.

Com informações do Aconteceu no Vale

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